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Sem show previstos

 
 
 

Beba mais um copo.


Roda Ciranda

No ano em que completou 75 anos de vida, 45 de carreira e viu a sua Escola de Samba, a Vila Isabel, ser a grande campeã do Carnaval carioca, Martinho da Vila é o grande homenageado do novo Sambabook da Musickeria. O projeto é uma superprodução que reúne grandes nomes da nossa música em torno da obra fundamental do compositor e poeta da Vila.


“Eu adoro o Martinho. Ele faz parte do meu imaginário quando penso em samba, penso nas músicas que escutava quando era criança com os meus pais, nas músicas populares que rolavam na época. Ele faz parte disso, do imaginário popular e do meu também. Mesmo que não é do samba, quem não tem tanta intimidade, reconhece o jeito dele de cantar, de pronunciar as palavras e as suas composições. É uma personalidade forte” (PITTY).

Para mais informações acesse o site: sambabook.com.br/martinhodavila

Faça AQUI o download em MP3 da música Roda Ciranda, interpretada por Pitty.



- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 16h20
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ENTREVISTA COM A CANTORA PITTY

Há dez anos, ela saiu do underground baiano para estourar em todo o Brasil com a música ”Máscara”, que era diferente de tudo o que estava rolando na mídia e, mesmo assim, tocou incessantemente nas rádios e programas de TV pelo país. Vieram muitos outros sucessos e ela já soma três álbuns de estúdio, dois DVDs ao vivo e documentários, diversas participações em trabalhos de outros artistas, milhões de cópias vendidas, inúmeros prêmios, além de um bem sucedido projeto paralelo.

Pitty, que também dá nome à banda que a projetou, é o apelido de Priscilla Novaes Leone, nascida na cidade de Salvador, no dia 7 de Outubro de 1977. Ela passou pelas bandas Inkoma e Shes e cursou a Escola de Música da Universidade Federal da Bahia. Com um convite do músico e produtor Rafael Ramos, da gravadora DeckDisc, partiu para o Rio de Janeiro dar vida ao seu disco de estreia, Admirável Chip Novo. O trabalho é referência ao livro de Aldous Huxley, Admirável Mundo Novo, clássico da ficção científica, e foi o álbum de rock mais vendido do país em 2003. Agora, uma década depois, a gente bateu um papo com a cantora, passando sua carreira a limpo.

 

PUNKnet – O Admirável Chip Novo está comemorando 10 anos de lançamento. Olhando lá para trás, na época em que o disco estava sendo produzido, dava para imaginar o sucesso que ele alcançaria?

Pitty - Dava para sonhar, como a gente sonha cada vez que dá um passo na vida em direção ao que deseja- é aquele bom e velho “agora vai”  - mas certeza a gente nunca tem de nada. Foi tudo aposta, risco, sorte, muito suor, planejamento e intuição; tudo junto.

PUNKnet – Para celebrar, o álbum ganhou uma versão em vinil. Seus outros discos também já tiveram tiragens nesse formato e, ultimamente, muitos artistas tem lançado trabalhos assim. Rola uma boa aceitação do público mais como objeto de coleção ou as pessoas estão se rendendo novamente a ouvir músicas em vitrolas?

Pitty - Já vi as duas coisas, mas o que surpreendeu mesmo nessa retomada do vinil foi a vontade genuína das pessoas de terem uma experiência mais profunda com o disco, com a música. Como se muita gente quisesse se reaproximar de uma vivência mais física. Essa demanda mexeu com tudo, tanto é que vitrolas voltaram a ser fabricadas e vendidas, modelos novos, não apenas os vintage de lojas de antiguidade. A aceitação de vinil tem crescido cada vez mais, e eu acho que isso tem a ver com alimentar essa ideia: passar informação, fazer feira de vinil, um trabalho constante de reconstrução e fortalecimento dessa estética.

PUNKnet – Quando pequena, que tipo de vinis costumava ter em casa? Algum desses em especial te influenciou a também querer ter uma banda?

Pitty - Todo tipo. E era só vinil mesmo, não existia CD nessa época e fita K7 bombou mais na minha adolescência mesmo. De criança eu tinha uns disquinhos de história, uns coloridos, e o meu predileto que guardo até hoje: Os Saltimbancos. Depois, um pouco mais velha, eu acabava fuçando nas coisas dos meus pais, e aí tinha Roberto Carlos, Caetano Veloso, Gil e muito Elis Regina. Tinha um compacto de Celly Campelo que eu amava, no lado A “Estúpido Cupido”, do outro “Túnel do Amor”. Eu adorava o “disquinho da maçã”, era Imagine, com John Lennon. Tinha bastante Rita Lee também e acho que no fundo tudo isso fica no subconsciente da gente e vai se desenrolando em outras coisas ao longo da vida.

PUNKnet – Suas primeiras experiências em bandas foram com a Shes, como baterista, e a Inkoma. Como foi essa época e o que de mais importante você agregou de cada uma delas?

Pitty - Primeiro veio o Inkoma, foi a primeira banda de ralar mesmo, botar a mão na massa. Fazer fita demo, recortar e dobrar cada capinha a mão, fazer xerox de cartaz dos shows e colar nos muros, produzir os próprios shows, carregar equipamentos, fazer umas camisetas e vender na banquinha, essas coisas. A escola toda, o aprendizado todo. Era um contexto de sobrevivência e de muito amor ao som; todos nós tínhamos empregos para pagar as contas e tentávamos priorizar a banda do jeito que dava, nas brechas da vida. Durante o Inkoma rolou de conhecer as meninas da Shes e fiquei com as duas bandas ao mesmo tempo. Com a Shes eu tive a oportunidade de encontro com o feminino, que era um lado pouco desenvolvido por eu ser sempre uma garota no meio dos caras. Havia a convivência com as meninas, o “se arrumar” juntas para os shows, todas as particularidades de sermos garotas. Mas nas duas bandas tinha a mesma coisa:  era tudo de garagem, na raça, na vontade de fazer um som. Esse é o melhor aprendizado que eu podia ter tido, desenvolveu minha autonomia, responsabilidade e independência; fez com que eu aprendesse a correr atrás e desse o devido valor às coisas.

PUNKnet –  Há anos você é questionada sobre como é ser uma cantora de rock que veio da Bahia, devido ao estereotipo de que todo baiano ouve axé. De tudo o que você vivenciou na cena musical de Salvador, que aspectos foram determinantes para a sua construção artística e que você não teria vivenciado em outro lugar?

Pitty - Difícil saber ao certo, porque só sei o que é ter estado nesse lugar e não em outros; então é tudo teoria, rs. O que eu sei é que existia esse sentimento de remar contra a maré, de resistência, de luta. Não é que nada era fácil, é que era praticamente impossível. Cada centímetro que a cena conquistava era comemorado, seja por uma matéria em um jornal da cidade, por um festival de rock ter acontecido ou por uma coletânea ter vingado. E a galera lá continua fazendo isso até hoje. Então eu aprendi que esse é o caminho das coisas, batalhando e sendo verdadeiro com sua arte e seu som. Ter banda de rock no Nordeste é um negócio muito “true”, porque não tem promessa de glamour, fama e dinheiro. Tem que ter amor. Lá não cola fazer um cabelinho bonitinho, botar uma roupinha style e dizer que é rock, a galera não engole essa. Digo isso por ter sido público também a minha vida inteira lá, e a sensação era essa. É isso que sei dos meus amigos, das pessoas que frequentavam shows comigo. Era o underground do underground, e isso é bom porque você não deve nada a ninguém, seu único compromisso é o amor pelo som que faz.

PUNKnet – Seu relacionamento com o Rafael Ramos e a Deckdisc em geral é bem tranquilo em relação a manter a identidade da banda com liberdade de criação, além disso, você não faz coisas como playback na TV ou determinadas alterações nas músicas para tocar nas rádios. Sempre rolou essa preocupação de ter uma postura bem definida quanto a isso?

Pitty - Sempre foi uma coisa natural, de fazer o que se sente bem, de não fazer nada que te faça se sentir deslocado, mentiroso. Nunca foi uma coisa de birra, ou de querer ofender ninguém. É simplesmente uma postura para defender a arte e a música, para tentar manter isso o mais puro possível. É muito, muito difícil. Talvez seja uma utopia. Muitas vezes eu não consegui. Outras sim, às vezes no diálogo, às vezes às custas de me indispor com pessoas – uma pena, mas faz parte da batalha. Tem que estar disposto a dizer “não” em um mundo onde todo mundo está dizendo “sim” a qualquer custo; e arcar com as consequências disso.

PUNKnet –  “Me Adora” tem uma letra forte e direta sobre a mídia. Acho que desde o começo você sempre sofreu com a imprensa em relação à comparações mal colocadas ou críticas baseadas em senso comum. Recentemente, você também se queixou do fato de transformarem em manchete polêmica algo que você estava apenas comentando no Twitter. Como é ter que lidar com esse tipo de situação?

Pitty - É uma merda, mas faz parte da parada. Vou tentando eliminar esses equívocos ao longo do caminho e ficar só com as coisas legais, tentando deixar tudo claro e exercer os valores em que acredito a cada disco, a cada obra. Tem coisas que simplesmente são e você acaba fazendo parte delas por força da circunstância, mas sem se deixar transformar naquilo.

PUNKnet – Suas letras são bastante pessoais, em que aspectos ou temáticas você acredita que suas composições tenham mudado ao longo dos anos? Tem músicas do começo da carreira que hoje em dia você não se identifique mais?

Pitty - Alguns temas são recorrentes e acho que são questões que se mói e remói uma vida inteira- todas essas coisas mais existencialistas. Nesse caso o que muda é o jeito de abordar o assunto, o ponto de vista, o vocabulário, o foco da questão; tudo isso se aprofunda com a idade. A vivência parece trazer essa sagacidade e observação menos rasa.  Acho que é por isso que em relação às músicas do começo, embora eu ainda me identifique profundamente com os temas, algumas frases e abordagens não fazem mais tanto sentido pra mim.

PUNKnet – Segue alguma rotina para compor ou nunca tem hora/lugar?

Pitty - Não tem método nem rotina, vou do jeito que rola. E respeito muito os lampejos do inconsciente, então anoto tudo; fragmentos de ideias, frases, palavras que me cutucam na madrugada. Um dia junto os retalhos e pode ser que vire uma música.

PUNKnet – Você também tem bastante influência da literatura do cinema. Quais artistas e obras mais te inspiram?

Pitty - Os existencialistas, os beatniks, os byronistas… tanto no cinema quanto na literatura. O surrealismo e a psicodelia também têm tido um espaço bom na minha vida nos últimos tempos.

PUNKnet –  Admirável Chip Novo, Anacrônico e Chianoscuro. De um modo geral, quanto às músicas e ao momento da banda em cada época, o que merece ser destacado de cada um desses trabalhos de estúdio?

Pitty - No Chip Novo acho que a garra, o chutar a porta e passar por ela sem pedir licença, a energia juvenil. No Anacrônico o peso mais consciente, a pesquisa de sonoridade, a segurança de quem sabe um pouco mais o que quer.  E, no Chiaroscuro, o aprofundamento dessa pesquisa sonora, o aprimoramento dos timbres, a subversão pelas regras de gravação, a conquista da elegância. Tipo aquele olho calmo do cachorro mais perigoso que nem ladra, só morde.

PUNKnet – Você ousou ao deixar um pouco de lado a banda para investir no projeto paralelo Agridoce, com uma proposta e um estilo de som bem diferentes do que os fãs estavam acostumados. Apesar de ter sido algo descompromissado, rolou alguma insegurança no começo?

Pitty - Não no sentido da demanda externa, e sim de mim comigo mesma. Um desafio interno, um “será que eu vou conseguir tocar piano e cantar ao mesmo tempo, nunca fiz isso”, essas coisas. No final acabei fazendo mais do que achava que podia fazer, em termos técnicos mesmo, foi indo aos poucos, mas consegui tocar piano, cantar, operar pedal de delay, tudo ao mesmo tempo, rsrs.

PUNKnet –  Agora, com a turnê finalizada, que balanço você faz quanto aos shows, público e repercussão que tudo isso teve?

Pitty - Foi maravilhoso ter passado por isso, foi realmente uma parada que mudou tudo e mexeu profundamente comigo. Um aprendizado enorme, de eu com os outros, com o público, com os novos instrumentos e, principalmente, comigo mesma. Foi uma viagem.

PUNKnet – Com a banda voltando às atividades, o que podemos esperar do novo disco da Pitty?

Pitty - Não sei, só vou descobrir quando começar a fazer. Mas eu sei que estou com saudade de barulho, distorção e podreira, rs.

PUNKnet – Um retorno do Agridoce só deve acontecer em nova pausa do grupo ou você e o Martin pensam em conciliar as duas coisas?

Pitty - Talvez a gente consiga conciliar, nada é descartado. A gente deve dar essa parada mais na hora de gravar meu disco novo mesmo, e agora para compor, escrever. Mas a ideia é fazer uns shows do Agridoce quando der.

PUNKnet –  Levando em conta esses 10 anos desde o lançamento do primeiro álbum, teria feito alguma coisa diferente?

Pitty - Acho que não. Essas perguntas não fazem muito sentido para uma pessoa fatalista como eu, rsrs. As coisas foram o que foram porque a gente era assim, e era aquilo que podíamos e sabíamos fazer naquele momento.

PUNKnet –  Tem alguma banda dessa nova safra do rock que você costuma ouvir e recomenda para a galera?

Pitty - Tame Impala. Nem é tão nova assim, mas enfim. E Savages, que Rafa me mostrou e é massa.

PUNKnet – Obrigada! O espaço é seu, deixe um recado aos fãs que leram a entrevista.

Pitty - Valeu, um beijo grande a todos e nos vemos por aí nos rocks da vida.

PUNKNET



- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 15h49
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Pré-venda Vinil Admirável Chip Novo

"Há 10 anos o Brasil foi apresentado àquela que seria uma das maiores cantoras do rock nacional. Em 2003 foi lançado o primeiro álbum da Pitty, 'Admirável Chip Novo' (Deck), que já trazia alguns dos maiores sucessos de sua carreira. Comemorando essa data tão especial, a Polysom lança agora esse disco em vinil. A versão em vinil de “Admirável Chip Novo” sairá pela coleção 'Clássicos em Vinil' e ganha um toque a mais: a bolacha será da cor roxa. Um disco importantíssimo do rock nacional e indispensável em qualquer discoteca".

 

ATENÇÃO: Este produto é uma PRÉ-VENDA! A entrega só será realizada a partir do dia 24 de Abril de 2012, que é a data prevista para o lançamento oficial do disco. TODOS os produtos do seu pedido também serão enviados nesta data. Se não quiser esperar, peça este produto em um pedido separado.

Valor: R$ 69,90 que pode ser dividido em até 5x sem juros no cartão. Aproveite e compre já o seu!

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- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 09h55
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Lollapalooza: Agridoce arremata turnê e volta a ser ‘projeto’

Apresentação, na tarde de abertura do festival, deve ser a última como prioridade; cantora já compõe para disco de rock.

Show Agridoce - Campos dos Goitacazes 09.03.2013 - Foto: {ES}pírito Pitty

 

Era para ser um projeto paralelo intimista, mas quando Pitty e Martin levantarem as cabeças verão um mundo de gente do palcão do Lollapalooza para cantar junto durante quase uma hora de show. O Agridoce - quem diria - atingiu para as massas. Em tese o show era para ser o último da bem sucedida turnê do duo, que tem ainda o guitarrista Martin. Mas Pitty não vê problema: caso a demanda por apresentações continue, fazem um show ou outro - aí, sim - como projeto paralelo.

Porque para a alegria e felicidade geral dos fãs, Pitty já está compondo para um álbum com a banda de rock. “Tô com uma saudade da porra de subir num palco e gritar altão, tô na pilha de fazer um disco, tô escrevendo à beça e estão pintando músicas”, diz a pequerrucha, com a empolgação de uma iniciante. Para o show do Agridoce, no palco Cidade Jardim, na sexta, dia 29, Pitty e Martin vão fazer uma “peneirada maior” para resumir o projeto nos 50 minutos que o festival lhes reserva (veja como foi no Rio). Veja isso tudo e mais um balanção do Agridoce, que a Pitty mandou para nós, via e-mail:

Rock em Geral: Como você recebeu a notícia de que iria tocar no Lollapalooza com o Agridoce? Afinal o duo é mais intimista, e o Lolla tem capacidade pra 70 mil pessoas…

Pitty: Achei ótimo por ser um festival que eu adoro, e claro que pensei nessa questão som intimista X arena. Mas já tivemos algumas experiências ótimas ao longo dessa turnê com shows em praça pública, Viradas e festivais, e isso mostrou para a gente que Agridoce pode funcionar assim também. Nos primeiros ficamos super cabreiros porque a ideia que concebemos era diferente, mas decidimos fazer o teste e rolou super bem. Acaba que vira outro show, diferente do ambiente controlado do teatro.

REG: Por ser um palco grande, o show deve ter modificações em relação aos da turnê, com mais convidados e/ou efeitos visuais?

Pitty: Sonoramente não seria necessário porque usamos MPC e cabe uma orquestra ali dentro (risos). Visualmente seria interessante ter mais gente e até pensamos nisso, mas ainda estamos no processo de montar esse show e não sei o que vamos decidir até lá. De qualquer forma, é possível transformar um palco grande no tamanho que você quiser com recursos de montagem, luz, etc. Mas as projeções que ajudam a contar a história estarão presentes, estamos ajeitando novo conteúdo essa semana.

REG: Quanto ao repertório, vocês pretendem fazer modificações, colocando ou tirando músicas da lista?

Pitty: Sempre fazemos, e nesse caso, por ser 50 minutos de show, a peneirada vai ser maior. Deixá-lo mais preciso, mais direto ao assunto, que em festival sempre funciona melhor também.

REG: Este será realmente o último show dessa fase do Agridoce? O que acha que vai acontecer com a retomada da (banda) Pitty, que você anunciou para este ano?

Pitty: Olha, eu vou vivendo as coisas à medida em que elas acontecem. Tenho minhas ideias e planos, mas os vou adaptando ao acaso do universo. Não é papo hippie não, é uma coisa de jogar junto com a natureza de todas as coisas e de admitir que não se sabe tudo. De modo que, o PLANO é dar um tempo nessa tour do Agridoce e começar a compor material para o meu disco. E aí o Agridoce tá tendo uma demanda absurda, toda hora pinta um show, ingressos esgotados. Então entramos numas de que a turnê oficialmente se encerra, mas se pintar algum show muito legal mais para a frente que não atrapalhe os planos de gravação do disco, ele pode rolar. Agridoce vai ficar, de fato, paralelo. E com minha banda, não sei “o que vai acontecer” em termos externos. Mas internamente o que eu sei é que tô com uma saudade da porra de subir num palco e gritar altão, e que tô na pilha de fazer um disco, e que tô escrevendo à beça e estão pintando músicas. Primeiro eu vou fazer isso, depois eu vejo o que faço com isso.

REG: Como você avalia todo o projeto Agridoce, desde o inicio, postando músicas no MySpace, até tocar em um festivalzão?

Pitty: Doideira, né? Amei ter passado por isso tudo. Me modificou, me bagunçou, me fez aprender, me desafiou, me tirou do meu lugar comum e confortável. Mexeu, movimentou, entortou tudo o que eu e os outros sabíamos sobre mim, e sabe de uma? Esse caos, essa desconstrução, é perigosa e necessária. Eu preciso dela o tempo todo para me sentir viva e criativa. Nunca imaginávamos no começo que fôssemos gravar um disco. Gravamos. Nunca imaginávamos que iríamos de fato “pra estrada”, e estamos a quase um ano e meio em turnê. Foi, de fato, um aprendizado enorme. Eu nunca tinha tocado piano ao vivo. Fui no instinto total. Eu nunca tinha escrito desse jeito. No Agridoce, eu fiz muitas coisas que nunca tinha feito antes e dei vazão a uma parte de mim que eu nem conhecia direito. Foi uma descoberta, e sou muito grata por tudo isso e também a Martin, que desde o começo incentivou e me ajudou a ultrapassar limites musicais.

REG: Na matemática artística e de mercado, você acha que ganhou mais ou perdeu dando um tempo na banda para seguir com o duo?

Pitty: Sei lá! Minha matemática interna me mostra um baita dum lucro pessoal como artista, e é nele que eu me baseio.

Rock em Geral

 

 



- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 21h49
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#PROMO - Vinil RARÍSSIMO de Me Adora

Em parceria com a gravadora Deck o site Tenho mais discos que amigoa está realizando uma promoção que vai dar ao vencedor nada mais nada menos do que um disco de vinil raríssimo da cantora Pitty.

Trata-se de uma versão de teste de prensagem do single “Me Adora” em vinil preto e branco.

Como a ideia do teste de prensagem é verificar se tudo está certo com a matriz do disco para produzi-lo em maior quantidade, foram fabricados apenas duas cópias e uma delas pode ser sua!

Saiba como participar:

A promoção vai rolar no Facebook, e para participar siga os passos abaixo:

  1. Dê um “Curtir” na fanpage do TMDQA! aqui e da Deck aqui
  2. Compartilhe essa imagem aqui
  3. Clique aqui para entrar na aba de promoções do TMDQA!, encontre a promoção da Pitty e clique em “Quero Participar”
  4. Pronto!
O resultado sai no dia 07 de fevereiro. Boa sorte a todos.


- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 23h17
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Viciados em MP3 da Pitty

“VICIADOS EM MP3 DA PITTY”. Estamos de volta!

Do Orkut para o Facebook... Essa frase não lhe é estranha?!

Pois bem, tivemos que nos adaptar de Comunidades do Orkut para aos Grupos e Páginas que a presente rede social nos oferece. A Roxa virou Grupo e Agridoce, Martin e Eduardo e Joe e a Gerência viraram Página. Dando um acerto aqui e outro ali, as regras foram aparecendo até que se tornassem ambientes favoráveis para fazer o que de melhor o Facebook nos oferece que é compartilhar, neste caso as informações da banda.

Os sites de downloads também sofreram algumas alterações rigorosas e várias contas foram banidas, assim como muitas das que disponibilizávamos nossos downloads de áudios não oficiais, mas mesmo com isso: NÓS VOLTAMOS!

Estamos adaptando a Comunidade “Viciados em MP3 da Pitty” para Página, estrutura que nos oferece um melhor suporte para disponibilizarmos os downloads e todos COMPARILHAREM os áudios com a galera. Vamos começar 2013 com o pé direito lembrando dos velhos tempos e atualizando nossas Playlists.

São mais de 1.500 áudios não deixem de CURTIR a Página! :)



- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 23h05
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Confissões do Apocalipse

Pitty é a convidada para o Game-show. A cantora conta como foi crescer roqueira na Bahia, terra do axé e do carnaval, e como é ser mulher e roqueira no Brasil. O Sacerdote Maia escolhe para o Karaokê a música "Descobridor dos Sete Mares", de Tim Maia.

Créditos do vídeo ao canalpaaatyq

Agridoce Fansite



- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 22h56
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Agridoce encerra turnê do seu primeiro álbum no festival Lollapalooza em março

Iniciado de forma despretensiosa, o projeto da cantora Pitty e do guitarrista Martin, o Agridoce, tomou dimensões inicialmente inesperadas. Eles lançaram seu primeiro cd e um dvd com registro das gravações, estiveram nas maiores premiações brasileiras de música, vencendo o Prêmio Multishow e o Prêmio Contigo! de MPB Brasil. Apresentando-se em grande parte do país e no festival SXSW, no Texas (EUA), eles encerram a turnê no dia 29 de março no Lollapalooza.

O Agridoce, que traz Pitty no piano e Martin no violão, conquistou o público com canções de melodias mais delicadas e acento folk. Entre os sucessos estão faixas como “Romeu”, “Dançando”, “Upside Down”, “130 anos”, “B-Day” entre outras. Até o encerramento da turnê no Lollapalooza, os fãs que ainda não viram o show do Agridoce e aqueles que quiserem rever terão as últimas oportunidades de prestigiarem o trabalho de Pitty e Martin, agenda em Agridoce.net!



- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 11h03
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PITTY versão adocicada
A roqueira contou tudo sobre Agridoce, seu novo projeto, e também abriu o jogo sobre tattoo, vaidade...


Esqueça (só por enquanto) a Pitty roqueira. A fase de agora e bem mais doce, quer dizer, Agridoce, o nome do projeto dela com Martin, guitarrista de sua banda. Esse trabalho, com um ritmo bem folk, foi gravado em uma casa na Serra da Cantareira, SP. Foram 22 dias de som, sem celular, internet e TV "Foi a coisa mais intensa que já vivi artisticamente", disse a cantora, que, na entrevista a seguir, falou mais sobre o projeto, a adolescencia rebelde, a amizade com meninos e muito mais.

Como rolou o projeto do Agridoce? É diferente de tudo que já fez, né?
A ideia foi se monstrando aos poucos. Estava com tempo livre e chamei o Martin para fazermos um som. Comecei a tocar o piano e, quando vimos, tínhamos um monte de música. Acabamos gravando um disco e estamos em turnê. Foi tudo solto e divertido.

Você canta em inglês e françês. Fala francês?
Não falo a língua e a letra da música é justamente uma brincadeira com isso. O título é Ne Parle Pas e eu falo em francês: "eu queria te fizer um monte de coisas, mas eu não sei falar francês". Adoro o idioma, acho supermusical.

Você quer continuar no rock até ficar velhinha, tipo o Mick Jagger?
Eu me vejo velhinha no rock, mesmo porque não sei fazer outra coisa. Hoje não penso em outra alternativa.

E você é vaidosa ? Faz essas coisas de mulherzinha?
Sou, mas é uma vaidade tranquila. Tenho meus momentos, como pintar as unhas, adoro. Ao mesmo tempo, não sou a louca dos cremes, tenho preguiça dessa parte. Gosto das coisas que me dão prazer imediato. O resultado do creme eu só vou ver daqui algum tempo.

Você faz academia?
Faço, mas só porque sei que faz bem. Quando eu descobri que a endorfina dá uma aliviada na loucura do dia a dia, passei a correr e andar. Já a ioga, eu pratico há muito tempo e com prazer.

Você convive muito com homens. Como é ser a menina da turma?
Eu sou mais um "brother" ,uma amiga deles. Não sinto nenhuma diferença quando estou com os meninos da banda.

Seu marido fica com ciúme?
Não, ele já me conheceu assim, né?!

E como você é nos relacionamentos?
Meu marido (Daniel Weksler do NX Zero) nunca comentou nada, então devo ser fácil de lidar. Ah, eu gosto de cuidar, mas sem obsessão. Sou presente, parceira.

Quando casou em 2012, teve cerimônia, padre...?
Que padre, menina, não sou nem batizada! E nem foi uma cerimônia religiosa, até porque meu marido é judeu. Mas teve uma benção do avô dele, que é o patriarca da família. Enfim, uma cerimônia simbólica. O importante é criar um ritual seja ele qual for. Foi uma festinha simples, íntima, nem deu pra chamar todos os meus amigos.

Você é uma roqueira baiana. Sente que nasceu no lugar errado?
Eu me sentia meio perdida, mas me encontrava nos amigos que gostavam das mesmas coisas. A gente sempre acha um jeito de sobreviver. A Bahia foi muito importante: eu não seria quem eu sou se não tivesse passado por tudo aquilo.

E na adolescência, tinha muito atrito com os pais?
Sim, me afastei deles nessa época por autoafirmação. Os pais se assustam com essa sede de liberdade e querem te proteger, enquanto você só pensa em voar. Na época, é difícil de entender isso como proteção. Fui uma adolescente com muita vontade de independência. Não deve ter sido fácil para eles também.

Depois de dez anos de estrada, o que você espera para a sua carreira?
Espero fazer discos dos quais eu me orgulhe cada vez mais, que eu tenha o dom da fluidez das palavras e que as pessoas também gostem disso.

Diferentão! Sabia que Pitty se casou com um vestido vermelho? Ela dispensou o buquê também. Depois, a primeira dança de casada foi ao som de Rock'n'roll All Night, do kiss. Adoramos a ideia :)

Cada Tattoo, uma história. Pitty tem tanta tatuagem no corpo que já perdeu a conta do número. Sabe que são mais de vinte e as mais recntes são um violão na perna com uma flâmula escrito "Vida de Mariachi" feita em Londres e uma no antebraço escrito "Medium Rare", feita no Texas. "Estou curtindo fazer tatuagens lá fora num esquema de aventura para registrar essas viagens no corpo. Não planejo nada, faço quando dá vontade, mas acredito que haverá outras", dia.

Imagem de FC Pitty  Leone



- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 12h17
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A Louca Debaixo do Branco, com trilha sonora de Pitty

Fernanda Young lança no MIS exposição que investiga as manifestações amorosas

A Louca Debaixo do Branco é o novo projeto da escritora, roteirista e apresentadora Fernanda Young, que poderá ser conferido pelo público, a partir do dia 2 de outubro, no Museu da Imagem do Som, instituição da Secretaria de Estado da Cultura. Concebida como um livro-instalação por Diógenes Moura, diretor artístico do projeto, A Louca Debaixo do Branco investiga a construção do mito amoroso através da personificação da noiva, figura central do novo romance homônimo escrito por Young -o décimo da sua carreia. 

Resultado de quase dois anos de trabalho, a exposição usa a figura da noiva como objeto de investigação do amor, afinal, como define Fernanda: “só no amor somos iguais. Somos os mesmos quando amamos, quando somos abandonados, quando sofremos, quando desconfiamos que deixamos de amar”.  Vestida de noiva, Fernanda Young mostra na exposição que suas imagens são verdadeiros autorretratos diante da sua dor, do seu amor, do desamor e do amor dos outros.

Nesta reflexão, ela mesma é o espelho de todo o processo expográfico, que conta com coleções particulares, textos, poemas, bordados, diários, vídeos e interação via internet entre o público e a autora. Além disso, o livro-instalação traz uma iconografia selecionada na coleção do crítico e pesquisador Rubens Fernandes Junior, imagens gentilmente cedidas pela Galeria FASS dos fotógrafos Jean Manzon e Martin Chambi e ensaios de fotógrafos como Bob Wolfenson, Hidelbrando de Castro, Daniel Klajmic, Ludovic Carème, Paulo Vainer, Henrique Gendre, entre outros. Além de quatro vídeos (dois da artista, um de Raquel Zimmermann e um de Cláudio Belizário) e um filme de Rodrigo Bernardo.

O livro-exposição evidencia ainda a relação de Fernanda com a moda. Embora não siga tendências, confessa amar vestido de noivas e para os ensaios fotográficos usou belas criações de Bibi Barcellos, Carolina Glidden Gannon, Emannuelle Junqueira, Monica Figueiredo, Rodrigo Rosner, Samuel Cirnansck e Solaine Piccoli.

O internauta que quiser interagir com a exposição poderá acessar o endereço www.aloucadebaixodobranco.com.br e entrar no link “Louca e Louco” que dá acesso a até três assuntos postados pela artista. Dentro deste processo, a interação se transforma e um desenho gráfico que se modifica em tempo real.

Sobre Fernanda Young
Começou sua carreira em 1995 como roteirista do programa televisivo A Comédia da Vida Privada, da Rede Globo. No ano seguinte, Fernanda lançou seu primeiro romance, Vergonha dos Pés. Em 2001, após o lançamento de seu quarto romance, O Efeito Urano, Fernanda retomou a carreira de roteirista de televisão, com Os Normais. Entre 2002 e 2003, Young co-apresentou, ao lado de Rita Lee, Mônica Waldvogel e Marisa Orth, o programa feminino Saia Justa no canal a cabo GNT. Em 2004, lançou uma coletânea poética, Dores do Amor Romântico. Por quatro anos, de 2006 a 2010, apresentou no canal GNT o programa Irritando Fernanda Young, de entrevistas com celebridades. Foi indicada ao Emmy Internacional, de melhor comédia, pelo seriado "Separação?!" (Rede Globo, 2010). É casada com o roteirista e escritor Alexandre Machado, com quem teve as gêmeas Cecília Madonna e Estela May. Tem dois filhos adotivos, Catarina Lakshimi, nascida em 10 de novembro de 2008, e John Gopala, nascido em 21 de julho de 2009.

Detalhes da exposição:

Fotos de acervo (coleções particulares): Acervo família Andrade; Coleção particular Rubens Fernandes Jr.; Jean Manzon; Martin Chambi

Artistas Plásticos:
Barbara Chiré; Beto Carrazone; César Trinca; Hildebrando de Castro; Mestre Julio Santos; Ricardo Goldammer

Fotógrafos de ensaios fotográfico com Fernanda Young:
Bob Wolfenson; Claudio Belizario; Daniel Klajmic; Debby Gram; Estela May; Giovanna Cassis; Gustavo Zylbersztajn; Henrique Gendre; Jairo Goldflus; Luanna Jimenes; Ludovic Carème; Marcio Simnch; Paulo Ferreira; Paulo Vainer; Pedro Molinos; Sergio Menezes

Audiovisuais
1.        Rodrigo Bernardo / "A História da Noiva Fantasma" - fotografia de Athanasios Kalogiannis
2.        Claudio Belizário / “Vestir o Desejo do Outro Despir”
3.        Raquel Zimmerman / "A Noiva do Farol"
4.        Fernanda Young em produção caseira / "Noiva Vestida"
5.        Fernanda Young em produção caseira / "Noiva Nua" (este último com trilha sonora original de Pitty)

A Louca Debaixo do Branco
Abertura: 3/10
Horário:19h
Visitação: 4/10 a 18.11.2012
Horário:  terças a sextas, das 12 às 22h | sábados, domingos e feriados, das 11 às 21h
Local:  Espaço Expositivo Primeiro Andar
Ingresso: R$ 4
Museu da Imagem e do Som - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br

Secretaria da Cultura/SP



- Postado por: Espirito Pitty F Clube s 19h46
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